Guarda civil de Itapevi faz operações na cidade

Vinte e cinco bares fechados, 2 bailes funks “frustrados” e um “rolezinho” de motoqueiros interrompido. Esse foi o saldo de mais uma operação Cidade Segura em Itapevi, que envolvem blitz, com agentes da guarda, entre sexta-feira e domingo. O objetivo da operação, segundo a prefeitura, é evitar o funcionamento de bares clandestinos ou que tenham som alto após as 22 horas, além da realização de “pancadões” fechando ruas e com veículos também com som alto durante a madrugada.

O “rolezinho” envolveria cerca de 200 motoqueiros, que sairiam às ruas na madrugada de sábado para domingo no Alto da Colina. A guarda chegou ao evento a partir de uma denúncia anônima. Foi feita uma “geral” e oito motos foram apreendidas. Além disso, um adolescente infrator foi encaminhado à delegacia.

No mesmo dia, no Santa Rita, um baile funk foi interrompido, três bares foram fechados, um veículo e uma moto foram apreendidos e um indivíduo foi conduzido por desacato. Também durante a operação, mas na noite de sexta-feira, o alvo foi o Jardim São Carlos. Cerca de 140 pessoas foram abordadas, 12 bares foram fechados, 50 automóveis, 45 motos e um ônibus foram vistoriados. Destes, quatro veículos foram apreendidos.

Já na madrugada do sábado, foi a vez do Jardim Vitápolis. Um baile funk irregular foi interrompido na rua Lafaiete Rodrigues; 10 bares foram fechados; 105 pessoas foram averiguadas e 38 veículos e 25 motos foram vistoriadas. Destes, cinco carros e cinco motos foram apreendidos.

Os veículos apreendidos por som alto ou que não tenham documentação em dia são enquadrados pelo artigo 253A do Código de Trânsito de Brasileiro. As multas variam de R$ 800 a R$ 17.608,20 mil. Os veículos permanecem no pátio municipal até a regularização da documentação, multas e pendências com recolhimento. Já os bares fechados são autuados pelas leis municipais 552/1984 (perturbação do sossego municipal) e 1530/2001 (descumprimento da lei seca e funcionamento até às 23h). No caso da primeira lei, as multas variam de 1 a 10 salários mínimos. Em caso de reincidência, o valor dobra e em descumprimento legal o estabelecimento é lacrado. Já a segunda lei determina multa no valor de 500 UFIR, o equivalente a R$ 802. O valor dobra após reincidência e em último caso o estabelecimento é fechado. A Operação Cidade Segura começou no dia 25 de maio e acontece todas as quintas, sextas e sábados

Fonte: Webdiário

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